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Livro Bico Bico Chão, 50 anos de GEFAC

BICO BICO CHÃO, 50 ANOS DE GEFAC

Autor: GEFAC | Grupo de Etnografia e Folclore da Academia de Coimbra
Edição: Imprensa da Universidade de Coimbra, imprensauc@ci.uc.pt, www.uc.pt/imprensa_uc
ISBN impresso: 978-989-26-1514-1
ISBN digital: 978-989-26-1515-8
DOI: HTTPS://DOI.ORG/10.14195/978-989-26-1515-8
Depósito Legal: 435884/17
1.ª edição: Dezembro de 2017
Páginas: 141
Tiragem 500 exemplares (edição numerada)
Impressão e Acabamento: Gráfica Maiadouro S.A.

Preço: 40€ (Contacte o GEFAC através do email gefac.uc@gmail.com)


RESUMO

Na celebração do seu 50º aniversário e da sua ação dedicada à cultura expressiva popular portuguesa, o Grupo produziu um livro que conta a história do GEFAC, a evolução conceptual dos processos criativos adjacentes aos espetáculos, os métodos de recolha etnográfica – inclusive no campo do teatro popular, o papel das Jornadas de Cultura Popular na comunidade e um conjunto de depoimentos de figuras que estiveram ou estão relacionadas com o percurso do GEFAC.

Este é um livro escrito a muitas mãos, uma obra polifónica capaz de transmitir as múltiplas identidades e vozes que verdadeiramente caracterizam o GEFAC: um grupo perpassado por quase um milhar de sócios que, ao longo de cinco décadas, contribuíram para este todo orgânico que em torno das expressões culturais populares se articula e se emociona.

O título escolhido para o livro que pretende dar conta de uma caminhada de meio século – Bico Bico Chão: GEFAC 50 Anos – demonstra o que parece, de facto, ser essencial e norteador para este coletivo, capaz de lhe orientar os passos. Fórmula mnemónica concebida ainda antes da fundação do grupo para auxiliar os treinos dos bailadores e bailadoras de Danças Regionais, permanece na prática atual do GEFAC. Bico-bico chão, bico-bico-chão, bico-bico-chão… Os passos que se sucediam no terreiro da aldeia, entre a poeira que as movimentadas danças de roda levantavam do chão, migraram para outro lugar, desta vez rodeado de betão e frenesim como é vulgar na cidade. E passam a ser estes os passos com que caminha um organismo através do desígnio que deliberadamente escolheu de “enobrecimento da identidade portuguesa através da cultura tradicional”.

 


 

 

 


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