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X Jornadas de Cultura Popular

Abril-Junho de 2002

As X Jornadas de Cultura Popular do GEFAC têm início com o fórum “Os Territórios da Dança”. O objectivo deste fórum é discutir as várias vertentes da dança: a tradicional, a clássica e a contemporânea. Para tal, o GEFAC conta com especialistas em várias áreas: coreógrafos, etnomusicólogos, antropólogos, professores de dança, etc. O espectáculo do GEFAC Sete Luas encerra o fórum no dia 6 de Abril.

PROGRAMA
Fórum: “Os Territórios da Dança”

5 e 6 de Abril de 2002, Instituto Português da Juventude, Coimbra

5 de Abril

Sessão de abertura

“A Celebração do Mundo”

David Le Breton (Departamento de Sociologia da Universidade de Strasbourg)

1º Painel: “Os Mapas da nossa Memória”

“Construção da Memória Colectiva – A Educação pela Dança”
Isabel Varregoso (Departamento de Expressões Artísticas e Educação Física da ESE, Instituto Politécnico de Leiria)
Elisabete Monteiro (Departamento de Dança da Faculdade de Motricidade Humana, Universidade Técnica de Lisboa)

“Dança e Folclore, do Estado Novo ao Fim do Século”
José Alberto Sardinha (Investigador)
António Lopes Pires (Representante da Federação Portuguesa de Folclore)
Manuel Rocha (Músico, professor e elemento da Brigada Vítor Jara)

2º Painel: “O Jogo Social da Dança – Corpos e Contextos”

“Para uma Sociologia da Dança – Pontes entre o Meio e Dança / Sotaques da Dança”
Olga Kirk /Pablo Díaz Carro (Professores de dança tradicional Galega e elementos do grupo Route)

6 de Abril

“A Dança e os Poderes – O Sagrado e o Profano / Liberdade ou Submissão? ”
Louzã Henriques (Psiquiatra)
Jacques Houart (Departamento de Antropologia da Universidade de Coimbra)

3º Painel: “A Dança do Tempo nas Memórias do Futuro: Tradições, Transgressões e Identidades”

“Dança dos Sons e a Criação da Dança: os Passos, as Músicas e os Criadores”
Margarida Moura (Departamento de Dança da Faculdade de Motricidade Humana, Universidade Técnica de Lisboa)
Daniel Tércio (Departamento de Dança da Faculdade de Motricidade Humana, Universidade Técnica de Lisboa)

“Dança, Mestiçagem e Multiculturalidade”
Jorge Ribeiro (Musicólogo e especialista em cantos e danças cabo-verdianos)
Rosa Clara Bento Neves (Etnomusicóloga)

“Dança em Cena”
Victoriana Canedo Rodriguez (Directora do Ballet Galego)

 

Espectáculos

Teatro Académico de Gil Vicente

6 de Abril de 2002, 21.45: “Sete Luas”, Espectáculo pelo GEFAC

4 de Junho de 2002, 21.45: “Tristes Europeus, Jouissez Sans Entraves”, Espectáculo de dança pela Companhia Paulo Ribeiro e Danças Ocultas

O espectáculo resulta do encontro, ou exílio, de várias Europas em Viseu – os próprios bailarinos da companhia de Paulo Ribeiro –, configurando um possível mapa das suas histórias e expectativas, e conta com a participação musical ao vivo do grupo Danças Ocultas.
Danças Ocultas, um quarteto de concertinas, emprestam a este espectáculo várias composições originais, retiradas dos seus dois discos “Danças Ocultas” e “Ar”. Trata-se de um grupo que conta com quatro músicos, que elegeram a concertina como elemento fundamental da sua criatividade: Artur Fernandes, Filipe Cal, Filipe Ricardo e Francisco Miguel construiram um repertório feito de e para estes magníficos instrumentos.
Neste espectáculo, “todos eles falam com o corpo, todos eles respiram pela pele e sonham diluir-se em seres universais capazes de tudo apreender e compreender”. É assim como se apresenta o espectáculo da Companhia Paulo Ribeiro, que conta com a participação ao vivo dos Danças Ocultas – a música que serve de suporte para uma coreografia original de Paulo Ribeiro.
A concepção, direcção e coreografia do espectáculo é da responsabilidade do próprio Paulo Ribeiro, com música dos Danças Ocultas, figurinos de Carlota Lagido e desenho de de luz Nuno Meira. Os intérpretes são Constance Lüttich, Leonor Keil, Marta Cerqueira, Marta Silva, David Lerat, Félix Lozano, Paulo Ribeiro e Romulus Neagu. Os músicos que actuam ao vivo são Artur Fernandes, Filipe Cal, Filipe Ricardo e Francisco Miguel.

14 de Junho de 2002, 21.30: “Nascer”, Espectáculo de jazz pelos músicos Ricardo Dias, João Paulo Esteves da Silva e Peter Epstein

“Nascer” é o 4º álbum de João Paulo Esteves da Silva com o saxofonista Peter Epstein, desta vez com a partiipação do acordeonista Ricardo Dias (Brigada Victor Jara).

4 de Julho de 2002, 21.30: “d.C. (annus Domini)”, Espectáculo de flamenco contemporâneo pela companhia Increpación Dança

Increpación Dança nasce em 1993, da vontade de investigar no mundo da dança espanhola e no flamenco, no intuito aliar estas técnicas aos parâmetros estéticos da dança contemporânea actual.
Desde o início Increpación Danza trabalha com os mesmos bailarinos, neste caso cinco mulheres, que têm vindo a crescer artisticamente juntas e que provêm do Instituto de Teatro de Barcelona.
A companhia apresenta a sua quarta produção, d.C. (annus Domini), estreada em Dezembro de 1999.
Baseada na estrutura musical de uma missa e através de uma dança ritual e gestual, o Increpación Danza recria, num espaço único, o clima, a concentração e a musicalidade repetitiva de um grupo em oração.
d.C. (annus Domini) é uma dança cerimonial de dramaturgia coral e desenvolvimento construtivista.

 

Atelier de Dança Clássica

25 a 28 de Março de 2002, ACM de Coimbra

 

Exposição de fotografia “Um Olhar sobre a Dança em Coimbra”

1 de Junho a 7 de JUlho de 2002

 

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