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XII Jornadas de Cultura Popular

13 de abril a 28 de maio 2007

PROGRAMA

O GEFAC comemora na temporada 2006/2007 o seu 40.º aniversário e propõe-se a organizar as suas XII Jornadas de Cultura Popular em torno desse evento.

Espetáculos
Gaiteiros de Lisboa
13 de Abril, 21h30, TAGV, Coimbra

Os “Gaiteiros de Lisboa” são um grupo de poli-instrumentistas que se reuniram em torno de um projecto sonoro.
Foi em busca de um som próprio que, assente fundamentalmente na combinação das sonoridades de diversos aerofones, não apenas de tradição popular portuguesa, como também de outras culturas, que os “Gaiteiros de Lisboa” conceberam em 1995 o seu primeiro CD “Invasões Bárbaras” e em 1997 “Bocas do Inferno”.
O seu trabalho privilegia o aspecto harmónico. Os seus instrumentos são escolhidos segundo este conceito e se os “normais” não bastam, o grupo inventa os seus próprios instrumentos.
Usam instrumentos como a sanfona, a kissange e o balafon africano, flautas várias, trompas, ponteiras, gaitas de foles e tambores, muitos e furiosos tambores…
O grupo formou-se em 1991 e é composto por músicos que têm feito o seu percurso não só em torno da música e dos instrumentos populares, mas também nos domínios do rock, jazz, da música clássica ou da música antiga.

“GEFAC 40 anos”, GEFAC
14 de Abril, 21h30, TAGV, Coimbra

Ao longo dos seus 40 anos de existência, o GEFAC pautou a sua actividade pela valorização da cultura tradicional portuguesa que elegeu como fonte essencial do seu projecto de intervenção.
É com essa mesma intenção que a partir dos seus princípios que o Grupo se propõe realizar um projecto de gravação em CD, constituído por um conjunto de músicas e canções tradicionais, escolhidas de acordo com a ideia de tentar realçar os aspectos em que o mágico e o sagrado se cruzam com o popular nas vivências festivas e quotidianas das nossas gentes.
Não se tratando de um projecto com sentido comercial, não deixamos de atender à necessidade de satisfazer exigências de qualidade, através da reinvenção de uma tradição imemorial, com o propósito de tornar mais actuante e digna de atenção a música portuguesa.
Com base nesse CD pretendemos construir um espectáculo musical que reflicta a forma como o grupo tem encarado a cultura tradicional. Nesse sentido, o espectáculo não se confina apenas à vertente musical, mas integra apontamentos na área da dança com uma cuidada apresentação cénica.

“A Água Dorme de Noite”, GEFAC
21 de Abril, 21h30, Teatro-Cine, Pombal

O espectáculo “A Água Dorme de Noite” foi resultado de um importante desafio colocado pela Reitoria da Universidade Coimbra, a propósito da VIII Semana Cultural da Universidade de Coimbra em 2006. O tema era ”De Mar a Mar”, e aceitámos a proposta com o objectivo de proporcionar uma vertente mais etnográfica sobre o tema. Assim aconteceu e o resultado foi, tanto para nós como para quem teve a oportunidade de nos ver, inesperado e, sobretudo, gratificante. “A Água Dorme de Noite” foi um espectáculo inteiramente concebido e idealizado pelo Grupo de Etnografia e Folclore da Academia de Coimbra. A partir do tema base – o mar – desenvolvemos uma teia de relações estéticas a nível do teatro, da dança, da música e do vídeo, que nos ligavam, de modo coerente, à raiz fundadora do grupo: a cultura popular portuguesa.
Bastante exigente ao nível de recursos humanos (envolve a participação de cerca de 35 pessoas) e materiais (cenários complexos, com materiais pesados e de grandes dimensões, condições particulares de luminotecnia e sonoplastia, recurso a material audiovisual…), o espectáculo representava um trabalho laborioso e imaginativo de adaptação, montagem, organização.

“Torna Viagem”, Zeca Medeiros com Mariana Abrunheiro
24 de Abril, 21h30, TAGV, Coimbra

Zeca Medeiros
José Medeiros nasceu em Vila Franca do Campo, Açores, em 8 de Dezembro de 1951. Em 1976 entra para os quadros da RTP. Trabalha alguns anos em Lisboa e regressa aos Açores, em meados dos anos 80 para continuar a carreira de realizador na RTP – Açores. Embora envolvido na música tradicional e popular desde os anos 70, José Medeiros, tornou-se mais conhecido pela realização de várias séries televisivas para as quais compôs canções, fortemente baseadas na tradição e cultura açorianas, reflectindo a profundidade e a nostalgia dos sentimentos ilhéus. Destes trabalhos televisivos destacam-se: em 1986 os “Xailes Negros”, em 1987 a “Balada do Atlântico”, em 1989 “O Barco e o Sonho”, em 1992 “Mau Tempo no Canal”, em 1995 “O Feiticeiro do Vento”, em 1996 o “Pepe Fotógrafo e as Valsas do Mundo” e em 1998 “7 Cidades”.
Este artista açoriano move-se em áreas artísticas tão diversas como o teatro, a poesia, a música, a realização televisiva e de “diseur” de poesia.
O álbum musical “Torna Viagem” que foi a base do seu último espectáculo, mereceu recentemente o prémio José Afonso.

Mariana Abrunheiro
Inicia os estudos musicais aos seis anos. Frequentou o Curso de Canto do Conservatório de Música de Coimbra, escola que mais tarde troca pelo estabelecimento homólogo do Porto.
Com o GEFAC integra espectáculos da Brigada Victor Jara e de Hermeto Pascoal.
Participa nas colectâneas “Canções de Embalar” e “Cancioneiro do Niassa” ao lado de nomes como Carlos do Carmo, Rui Veloso, Jorge Palma, João Afonso, Janita Salomé, Paulo de Carvalho, Sara Tavares e Amélia Muge, entre outros.
Grava com Júlio Pereira o albúm “Rituais”.
Desde 1999, participa em concertos, séries televisivas, bandas sonoras e nos mais recentes discos do realizador/cantautor José Medeiros.
Os projectos colectivos “Manifestasons” e “Soltar a Língua” são-lhe regulares, onde faz parceria com José Rui Martins, Carlos Peninha, da Companhia Trigo Limpo Teatro ACERT.
Foi actriz residente da Companhia de Teatro A Barraca entre 2001 e 2005. Durante estes quatro anos, contracena com Maria do Céu Guerra, João d’Ávila, Paula Guedes, entre outros.

“Comédia do Verdadeiro Santo António que Livrou seu Pai da Morte em Lisboa”, GEFAC
1 e 2 de Maio, 21h30, Teatro da Cerca de São Bernardo

Esta comédia é a sexta peça de Teatro Popular Mirandês levada à cena pelo GEFAC e a primeira de cariz religioso. Incluída no segundo volume do livro Teatro Popular Mirandês, editado pelo GEFAC em 2005, pretende dar continuidade ao trabalho desenvolvido pelo organismo nesta área.
Esta peça entronca na herança do teatro religioso, em voga na Idade Média, no espaço europeu. Durante esta época pequenas encenações (Mistérios, Moralidades, Milagres, entre outras) que incluíam cânticos e danças, dão forma a narrativas bíblicas, procissões e cultos hagiográficos. Estas manifestações, desenvolvidas inicialmente sob os auspícios da Igreja, funcionavam como um instrumento de reiteração da fé e um meio de moralização de costumes. Dado o cariz licencioso que começou a impregnar estas representações a Igreja proibiu, nos actos de culto, folias, bailes e semelhantes expressões populares que, de acordo com a sua deliberação, profanariam os templos. Assim o teatro é projectado para fora do espaço e tempo sagrados, passando a ser representado nos adros e pórticos das Igrejas e outros espaços, e adquirindo uma maior independência do calendário litúrgico. Juntamente com a decrescente utilização do latim, a prática teatral adquire novos contornos estéticos que a aproxima de uma arte mais democrática.

Diabo a Sete
4 de Maio, 22h00, Salão Brazil, Coimbra

Os Diabo a Sete apareceram nos inícios de 2003 em Coimbra e formaram-se a partir da vontade de tocar e reinventar a música portuguesa de raiz tradicional.
“Acreditamos que os ritmos e melodias que tocamos e que ouvimos por todo o país, seja em recolhas seja no labor musical de outros grupos, não são meros ecos de um passado mumificado. Traduzem, isso sim, uma forma de interpretar a riqueza musical do nosso país, feita de permanências, esquecimentos e cruzamentos fecundos com outras culturas.
Se o lustro que habitamos é aquilo a que se convencionou chamar de música tradicional, não o fazemos, contudo, com o intuito de recuperar uma pretensa “pureza perdida” ou de tratar em termos de rigor “científico” as sonoridades e os instrumentos. Transportamos ritmos e sons já outrora esboçados, mas com o intuito de fazê-los reviver, através das nossas experiências e do prazer que sentimos em tocar. É com estes ingredientes que pretendemos agitar um caldeirão antigo e de lá extrair algo de novo.”

Quarto Minguante
11 de Maio, 22h00, Salão Brazil, Coimbra

“Juntámo-nos pela primeira vez há um ano e picos, no Mundo da Lua, entre copos, música e exploração astral. O local terreno foi a Galeria Bar Santa Clara , o outro lado do rio, onde iniciámos os ensaios.
Somos uma banda composta por quatro elementos residentes em Coimbra, mas provenientes de vários pontos do país. O gosto comum por músicas do mundo e sonoridades exóticas, possíveis de encontrar no nosso próprio continente, levou-nos a aventurar-nos num universo que vai beber ao Klezmer de Giora Feidman e à música Sérvia de Ognjen Popović, acabando por rumar também para interpretações de arranjos próprios de música tradicional portuguesa.
As portas estão no entanto abertas a outros sons, desde que estes venham ao encontro dos nossos ideais de liberdade e harmonia entre os povos. Exemplo disso é a nossa interpretação de temas de Victor Jara e de outros poetas de intervenção.
Neste momento estamos todos também inseridos no Gefac – Grupo de Etnografia e Folclore da Academia de Coimbra , onde temos também adquirido alguma experiência em várias vertentes da cultura popular.
Iniciámos os nossos concertos como banda da Galeria Santa Clara e actuámos em vários pontos da região de Coimbra, como por exemplo na Conferência Internacional de Estudantes de Física em Agosto de 2005, em que contámos com um audiência incondicionalmente disposta à festa e à diversão; ou no Quarteirão das Artes em Montemor-o-Velho, espaço da cooperativa cultural Teatro dos Castelos . Damos também destaque ao facto de termos sido seleccionados para ir tocar ao Palco Novos Valores da Festa do Avante! , a ter lugar nos dias 1, 2 e 3 de Setembro, depois de termos passado três eliminatórias: na Lousã, em Coimbra e na Figueira da Foz.”

Segue-me à Capela
25 de Maio, 22h00, Salão Brazil, Coimbra

O grupo Segue-me à Capela surgiu na cidade de Aveiro em Abril de 1999 e tem vindo, desde então, a dedicar-se à apresentação e revitalização da música tradicional portuguesa, com participações em Festivais tanto em Portugal (Intercéltico do Porto, Cantigas do Maio no Seixal, etc.) como em Espanha (Folk Segóvia, Etnosur, Huesca Folk, Magosta Folk, etc.)
Apesar dos instrumentos de percussão que utiliza ocasionalmente, com especial destaque para o adufe, o grupo Segue-me à Capela é uma perspectiva da música tradicional portuguesa traçada apenas pela voz. E a voz desdobra-se para lá do canto para recriar ambientes de trabalho, romaria e alguma folia.
Do seu repertório fazem parte cantares tradicionais recolhidos por Michel Giacometti, José Alberto Sardinha e pelo GEFAC.
Embora procure reproduzir os arranjos vocais registados nas recolhas que aborda, Segue-me à Capela recria-os, acrescentando-lhes novas linhas que conferem aos temas uma imagem diferente e “modernizada” sem perder o sabor ancestral das versões originais.

João Paulo Esteves da Silva e Quiné
28 de Maio, 21h30, TAGV, Coimbra

João Paulo Esteves da Silva
Nasceu em Lisboa, em 17 de Maio de 1961, numa família de músicos. Começou a tocar piano aos quatro anos de idade. Estudou na Academia de Santa Cecília e no Conservatório Nacional de Lisboa onde obteve o diploma do Curso Superior de Piano com a classificação máxima.
Com uma bolsa de estudos da Secretaria de Estado da Cultura foi completar a sua formação a Paris, no Conservatório de Rueil-Malmaison, onde esteve três anos obtendo as mais altas distinções (“Médaille d’Or”, “Prix Jacques Dupont”, “Prix d’Excellence”, “Prix de Perfectionement”).
Terminados os estudos, permaneceu em Paris mais quatro anos, dando vários recitais em França e nos Estados Unidos, dos quais se salientam os de Nova Iorque no Carnagie Hall em 1986 e 1989.
Exímio instrumentista, a sua actividade reparte-se por vários géneros musicais, do jazz à música popular portuguesa, da música erudita ao fado.
Considerado um músico de jazz, tem sido, no entanto, convidado para interpretar, compor, ou orquestrar trabalhos de músicos dos mais variados quadrantes.
Sérgio Godinho, Vitorino, José Mário Branco, Fausto, Filipa Pais, Tomás Pimentel, Mário Laginha, Maria João, Pedro Caldeira Cabral, Ana Paula Oliveira, Carlos Martins, André Fernandes, Carlos Barretto, são alguns dos músicos com quem tem trabalhado. De entre as suas colaborações mais recentes, contam-se as orquestrações e acompanhamento no CD de Maria Ana Bobone, Sra. da Lapa, os arranjos da peça interpretada por Maria João Pires na gravação de Mísia ou a sua presença em Sempre de Carlos Martins.
No plano internacional tocou, entre outros, com músicos como John Stubblefield, Graham Haynes, Hamid Drake, Frank Cólon, Cláudio Puntin, Stephen Schon, Micahel Riessler e Peter Epstein.
O concerto que irá apresentar baseia-se no seu novo CD, “Memórias de Quem”, editado em Fevereiro pela Clean Feed/Trem Azul.

Joaquim Teles (Quiné)
Fez o Curso Geral do Conservatório de Música do Porto e estudou com Rui Júnior em 83.
Participou em diversos seminários dos quais se destaca o que fez com os “PERCUSTRA”, constituído por elementos das PERCUSSÕES DE ESTRASBURGO, em 90.
Em 89 e 90 leccionou na Escola de Jazz do Porto.
Compôs e colaborou em músicas para vários filmes, séries e peças de teatro.
Participou em diversos trabalhos discográficos com Né Ladeiras e Galandum, Brigada Victor Jara, Manuel de Oliveira e Mediterrâneo, Filipa Pais, Bernardo Moreira e José Peixoto.
Tocou com vários nomes da cena nacional e internacional:
João Paulo Esteves da Silva, António Pinho Vargas, Fausto, Sérgio Godinho, Vitorino, Zé Eduardo, Bernardo Moreira, Charles Benavente, Jorge Pardo, Ralph Towner, Bennoit Charest, Ricardo Fabini, Ricki Sabatés, etc…
Tem ainda um projecto a solo intitulado “A Cor da Madeira” que continua a apresentar em diversos locais.

 

Conferência
“A Música Tradicional Portuguesa – Velhos Trilhos, Novos Rumos”
13 e 14 Abril, Auditório do Instituto Português da Juventude (IPJ), Coimbra

Fórum centrado na temática da música tradicional portuguesa, onde se pretende abrir um espaço de discussão destinado ao público em geral, tendo particular interesse para todos os que estudam a música tradicional portuguesa, que a criam ou praticam.

13 de Abril
Sessão de Abertura, António Pedro Pita, Delegado Regional da Cultura do Centro e Pedro Machado, Presidente da Região de Turismo do Centro
A música todos os dias _ 1.º Painel
Espaço dedicado à discussão sobre a pertinência das recolhas na actualidade, em virtude da persistência ou não de material para recolha. Abordar-se-á a temática da função social da música tradicional, tentando perceber até que ponto a música actual cumpre a mesma função. Será ainda questionada a existência de uma identidade nacional fundada na Música Tradicional (dialéctica local/universal), tendo como contraponto o caso da Itália.
Comunicações
“Recolhas de música tradicional. Reflexões sobre uma experiência concreta.”, Mário Correia, Sons da Terra, Sendim
“La tradizione etnomusicale ed etnocoreutica in Italia oggi fra perdite e recuperi.”, Giuseppe Michele Gala, Associação “Taranta”, Florença, Itália
“Identidade Nacional na Música Tradicional. Existe uma música portuguesa?”, Susana Sardo, Universidade de Aveiro
“Memórias em revisão. Michel Giacometti, após 1990.”, Jorge Freitas Branco, ISCTE, Lisboa
Debate, Moderador: Manuel Rocha, Director do Conservatório de Música de Coimbra
14 de Abril
Educação pela música _ 2.º Painel
Momento de reflexão sobre o ensino da música em Portugal, nomeadamente sobre o destaque que vem sendo dado à Música Tradicional nos currículos do Ensino Básico, assim como a pertinência do uso do espólio museológico ao serviço da Educação Musical.
Comunicações
“A vida é um estado dinâmico e educativo. Educar é amar com lucidez.”, Virgílio Caseiro, Escola Superior de Educação de Coimbra
“Música tradicional na sala de aula: que pertinência? que objectivos? que futuro?”Cristina Faria, Escola Superior de Educação de Coimbra
“Também se aprende a ser povo.”, Manuel Rocha, Conservatório de Música de Coimbra
Debate, Moderador: Luís Pedro Madeira, Professor de Educação Musical
Tradição e modernidade _ 3º Painel
Discussão sobre o potencial criativo da Música Tradicional, tentando antecipar os elementos veiculadores dessa criatividade. Estarão também em destaque os novos trilhos que podem surgir com base na música tradicional. Será ainda discutido o lugar da Música Tradicional e de Raiz no âmbito do mercado discográfico.
Comunicações
“Poderemos, hoje, ser criativos na nossa própria produção musical se ignorarmos a expressão daquelas mulheres e daqueles homens que culminaram em nós? E conhecendo essa expressão, que fazer com ela?”, Carlos Guerreiro, Gaiteiros de Lisboa e Julieta Silva, Chuchurumel
Sérgio Godinho, Músico e compositor
Debate, Moderador: Armando Carvalheda, RDP – Antena 1

Cinema
“Amanhã”, Solveig Nordlund
24 de abril, 21:30, TAGV, Coimbra

Curta-metragem em colaboração com o CEC (Centro de Estudos Cinematográficos)
Argumento: Solveig Nordlund; Fotografia: Solveig Nordlund; Som: Pedro Melo; Música: Johan Zachrisson; Montagem: Pedro Marques; Género: Ficção, Infantil, Juvenil; Intérpretes: Luís Simões, Carla Bolito, João Saboga; Duração: 14’20’’; Formato: 35 mm, Côr, 1.85; Som: Dolby Digital; Produtor: Manuel João Águas; Produção: Ambar Filmes; Co-Produção: RTP (Portugal)
Sinopse: Nuno, um rapaz de nove anos, foge de casa na noite de 24 de Abril de 1974. Esconde-se num grande edifício que está a ser abandonado à pressa. Só fica ele com um cão de guarda. Acordam de manhã com gritos vindos da rua.

Cartaz XII Jorndas de Cultura Popular (autoria Henrique Patrício)

 

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