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Bicho Gente e Outros Quebrantos


Estreia, 2011, Galeria de Zoologia da Universidade de Coimbra

SINOPSE

Ovelha? Raposa? Cabra?
Lobisomem? Medo? Quebranto?
Que bichos haveria nos nossos corpos, se nos deixássemos descobri-los?

De homem a animal, do medo à superstição, esta é uma viagem que se faz e se sente
por vários relatos da tradição oral portuguesa. Lendas, contos, lengalengas, superstições… E
os bichos, tradicionalmente conhecidos, reproduzem-se nesta que é, também, uma viagem
teatral pelo universo do medo e da desconstrução, proporcionando encontros com novas
estórias e metamorfoses.
São animais que nos lembram pessoas? Ou pessoas sujeitas à condição animal? Há o
bicho que alimenta, adoece e é tratado, mas há o bicho que trata, cura e espanta males. É o
ser que existe para plantar o medo ou explicar barulhos que nos consomem a paz.
O público perde-se na teia. É que pensamos que conhecemos a história até entrarmos
nela… “Esta história que por ti entrou, por ti saia…”


FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA

Textos: Tradição Oral Portuguesa (Contos tradicionais, Lengalengas, Mitos, Lendas, Superstições)
Interpretação: GEFAC
Concepção Artística e Musical: criação coletiva GEFAC com a colaboração inicial de Ainhoa Vidal
Desenho de luz: GEFAC
Figurinos e Adereços: GEFAC e Ainhoa Vidal
Produção: GEFAC

 


Cartaz do espetáculo “Bicho Gente e outros Quebrantos”

 

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